Quarta-feira, 27 de Abril de 2011
...

"Apreciaram-se um ao outro durante um momento. Ele tornou-se a deitar e, após um momento, ela fez o mesmo e sobressaltou-se um pouco quando descobriu que ele lhe metera o braço por baixo dos ombros. Houve um momento constrangedor de falta de à-vontade mútuo quando ela se virou de lado e se enroscou junto dele. Apertando o braço à volta dela, ele falou-lhe contra o cimo da cabeça.

- Sabes o que não consigo compreender? Tens tanta gente a dizer-te a toda a hora o quão genial és, esperta e engraçada e talentosa e tudo o mais, sem parar. Eu já te ando a dizer há anos. Por isso, porque não acreditas? Porque julgas que as pessoas dizem coisas dessas? Julgas que é uma conspiração, as pessoas andam todas de conluio para te atacarem com palavras simpáticas?

Ela empurrou-lhe a cabeça contra o ombro, para o fazer parar, porque sentia que talvez começasse a chorar".

 

David Nicholls in Um Dia



publicado por Uma história por dia às 11:51
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