Quinta-feira, 14 de Abril de 2011
ainda sobre Flip Grater...

eram onze da noite e estavam 23 graus. estávamos na rua, à porta do bar, de copo na mão. ela saiu, ar cândido no vestido azul e sapatinhos vintage, e disse admirada, esboçando um sorriso: "oh, it's warm!". olhos azuis, profundamente azuis, meio escondidos pela franja muito negra.

 

 

é assim Flip Grater. e depois de ler este texto, confirmo que não é mais do que isso: a simplicidade e a fragilidade de um coração partido, a leveza e a simpatia de quem leva a vida muito a sério, porque sabe que só temos uma.

 

Os desgostos de amor são contra-indicados para corações de algodão. Por outro lado, são o combustível ideal para produções artísticas com entrega de chumbo. Quando Flip Grater, 29 anos, levou com os pés de um sueco, entregou-se de alma à música (o coração demorou seis meses a ser colado enquanto "chorava no ombro da mãe"). As origens da carreira, chamemos-lhe assim, têm tanto de terno como de piroso, mas vamos passar ao lado desta discussão.

 

Maria Ramos Silva, I



publicado por Uma história por dia às 15:05
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