Terça-feira, 22 de Março de 2011
da morte

é triste quando alguém morre. mesmo que não seja próximo, mesmo que não conheçamos. a idade, as circunstâncias, a notoriedade que as pessoas têm na sociedade, são apenas alguns dos fatores que me fazem parar um pouco e pensar que o relógio não pára.

no espaço de dois dias tive conhecimento de três mortes. duas pessoas que, não conhecendo, morreram cedo demais. hoje, o terceiro: Artur Agostinho. apesar dos seus 90 anos, é um ícone do nosso país e custa sempre ver partir as figuras que de alguma forma marcaram a nossa infância e o nosso crescimento.

aos três, onde quer que estejam, RIP.

 


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publicado por Uma história por dia às 11:48
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